Nasceu Campeão

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Memória Tricolor: 21/02/2001 – JEC 3×2 Paraná

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 04/08/2013

Em 21/02/2001 o Joinville Esporte Clube enfrentou o Paraná Clube pela última rodada da fase de classificação da antiga Copa Sul-Minas.

Copa Sul-Minas 2001: JEC 3×2 Paraná

A partida foi disputada no estádio Ernestão. E o Joinville venceu de virada, por 3 a 2.

O meia Perdigão marcou o primeiro para o JEC e o zagueiro artilheiro Roberto marcou duas vezes.

O JEC não se classificou para a fase seguinte da competição, mas realizou a melhor campanha entre os clubes catarinenses.

O Joinville atuou com: Marcão; André Ceará, Bandoch, Roberto e Elias; Perivaldo, Duda, Perdigão e Dauri (Esquerdinha); Dimas e Róbson (Éder). Técnico: Abel Ribeiro.

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Memória Tricolor: 29/08/2001 – JEC 4×0 Bragantino

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 24/05/2013

Em 29/08/2001 o Joinville Esporte Clube enfrentou o Bragantino no estádio Ernestão, em jogo válido pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B daquele ano.

Campeonato Brasileiro Série B 2001: JEC 4×0 Bragantino

E o Tricolor venceu muito bem por 4 a 0, com dois gols anotados por Marlon e outros dois por Robson.

O JEC, que era o atual bicampeão estadual, havia iniciado muito bem a série B de 2001.

Nas primeiras 5 rodadas, o clube ocupava a 3ª colocação, com três vitórias e dois empates. Era o único clube invicto no seu grupo e o goleiro Marcão chegava ao quinto jogo seguido sem tomar gols.

O JEC atuou com: Marcão; Bolivar, Fabrício, André, Magal; Coracini, Lico, Perdigão; Marlon, Sandro Oliveira e Robson. Técnico: Wagner Oliveira. Leia mais

 
 

01/08/2001 – C.A. Camboriú 1×3 JEC

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 27/02/2012

Clube Atlético Camboriú 1x3 JEC. Foto: Jornal Diário Catarinense 02/08/2001.

Em 2001, o Joinville que era o atual Bicampeão Catarinense, realizou uma partida amistosa contra o Clube Atlético Camboriú no dia 1º de agosto daquele ano. Era a primeira vez que o JEC enfrentava um clube do município de Camboriú.

O Clube Atlético Camboriú foi um antecessor ao atual Camboriú F.C. que disputa o Catarinense desse ano (2012).

Fundado em 1999, o clube disputou a segunda divisão estadual de 2000, 2001 e 2002, mas acabou se extinguindo, dando lugar à Sociedade Desportiva Camboriuense em 2003, que por sua vez, passou a se chamar Camboriú Futebol Clube a partir de 2009.

O primeiro dos "Camburas"

O C.A. Camboriú estava em meio às disputas da segundona do estadual e recebia o JEC, para o amistoso no estádio Roberto Santos Garcia, o “Robertão” de Camboriú.

E o Tricolor, que se preparava para o início do Campeonato Brasileiro Série B, venceu por 3×1. O volante Lico, o craque Perdigão e o goleador Marlon anotaram para o JEC. Leia mais

 
 

O último titulo estadual do JEC, parte 1

Postado por Marcos Messias - 19/01/2012

Já faz tempo, foi em 2001, há mais de 11 anos. O Bicampeonato foi muito importante para o clube, dois títulos estaduais seguidos(2000 e 2001), trouxeram a torcida de volta ao estádio. E mesmo com o rebaixamento para série no brasileiro de 2004, essa torcida manteve o clube até sua volta triunfal ano passado, com o acesso e o título nacional inédito.

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O último título estadual do JEC, parte 2

Postado por Marcos Messias - 19/01/2012

Jornal Anotícia – 03/06/2001

Joinville comemora o bicampeonato estadual – Equipe de Artur Neto confirmou a conquista com vitória de 2 a 0.

Com mais uma perfeita atuação, o Joinville conquistou ontem o bicampeonato estadual – seu 12º título em 25 anos de existência – após derrotar o Criciúma por 2 a 0, no Estádio Heriberto Hülse, na segunda partida das finais do Campeonato Catarinenses de Futebol da Primeira Divisão. O título premiou a campanha da equipe joinvilense, que completou ontem 12 jogos sem derrotas. Também confirmou a jovem equipe do Criciúma como uma das forças do futebol catarinense.

A festa dos jogadores do Joinville, comissão técnica e diretoria começou logo após o apito final do árbitro Márcio Rezende de Freitas. E se estendeu até as primeiras horas da madrugada desta segunda-feira, quando a delegação chegou a Joinville.

O goleiro Marcão e o meia Perdigão foram fundamentais na vitória do Joinville, que podia até empatar. Aos 7 minutos, o goleiro Joinville defendeu, no reflexo, uma cabeçada do lateral Róbson. Era a primeira de uma série de defesas espetaculares. Perdigão abriu o placar aos 27 minutos, cobrando pênalti que Alonso cometeu em Zé Carlos. O lançamento para Zé Carlos havia partido do próprio Perdigão.

No segundo tempo, o Criciúma, mesmo sem Jeferson Feijão, que voltou a sentir a lesão na virilha, ampliou sua pressão. Mas quando as tentativas de ataque não paravam nas mãos de Marcão, esbarravam na trave, como num chute de Cléber aos 12 minutos.
E, aos 17, o atacante Marlon, que havia entrado no lugar de Selmir no primeiro tempo, marcou o segundo gol, escorando de cabeça um escanteio cobrado por Perdigão.

Aplausos

No final, enquanto a torcida do Joinville festejava a nova conquista, os criciumenses aplaudiam o esforço do jovem time, que ficou com o vice-campeonato e vagas na Copa Sul-Minas e Copa do Brasil em 2002.
Bicampeão, o técnico Artur Neto pode se transferir nesta semana para o Figueirense. A informação circulou ontem, em Criciúma, mas não foi confirmada pelo treinador oficialmente. E nem pela direção do Joinville e do Figueirense.

Ficha técnica: Criciúma 0x2 Joinville

Local: Heribelto Hülse, em Criciúma (SC).
Data: 03/06/2001 (domingo). – Horário: 15h (de Brasília).
Arbitragem: Márcio Rezende de Freitas, auxiliado por Jeferson Schmidt e Fernando Lopes – Público e renda: Não divulgado.
Cartões amarelos: Não houve – Cartões vermelhos: Roberto(Joinville) e Róbson(Criciúma)
Gols: no 1º tempo: Perdigão (28min); no 2º tempo: Marlon (17min)
Joinville: Marcão; Zé Carlos, Fabrício, Roberto e Magal; Perivaldo, Juari (Duda), Emerson e Perdigão (Luiz Fernando); Adão e Selmir (Marlon). Técnico: Artur Neto.
Criciúma: Roberto; Róbson, Luciano, André Gheller e Alonso; Cléber, Juliano (Anderson Lobão), Vandinho e Paulo César (Marcelo Santos); Mahicon Librelato e Jeferson Feijão (Carlos Henrique). Técnico: Gonzaga Milioli.

Confira o a matéria do programa Globo Esporte da RBS TV exibida dia 04/06/2001

 
 

O último titulo estadual do JEC, parte 3

Postado por Marcos Messias - 19/01/2012

Jornal Anotícia – 04/06/2001

Estrelas no gol e no meio campo

Foto: Jornal AN

Um “maestro” no meio-de-campo, organizando e dando a tranqüilidade que a equipe precisava, sendo preciso na cobrança do pênalti e um goleiro que foi impecável, impedindo em várias oportunidades que o adversário marcasse. Perdigão e Marcão foram os destaques da vitória do Joinville ontem à tarde no Estádio Heriberto Hülse, peças fundamentais para a conquista do “bi”. “Essa é a resposta para aqueles que não acreditavam na equipe, que não eram poucos; com humildade, muito trabalho e quietinhos, chegamos ao título”, desabafou o meia-campista Perdigão.

Natural de Maracajá, município que fica a 20 quilômetros de Criciúma, Marcão começou sua carreira de jogador de futebol, coincidentemente, no próprio Estádio Heriberto Hülse, onde ontem fez uma das mais importantes conquistas. “Comecei por aqui, joguei na equipe infantil”, confirma o goleiro do Joinville que sintetizou em uma frase o seu sentimento, ao encerrar a volta olímpica “melhor impossível”. “Nos sabíamos que o Criciúma viria para cima, é uma bela equipe, mas conseguimos com garra e determinação buscar a vitória e conquistar esse título”, disse Marcão.

O meia Perdigão, da mesma forma, disse que sabia das dificuldades que o time enfrentaria em Criciúma. “O adversário é qualificado, muito bem organizado e treinado; conseguimos suportar a pressão e marcar nos momentos importantes da partida, que foi muito difícil”, acrescentou Perdigão, que valorizou a presença de centenas de torcedores joinvilenses no Estádio Heriberto Hülse. “Felizmente muita gente também acreditou no nosso trabalho e isso nos deu mais entusiasmo para chegarmos até ao título de campeão catarinense”, concluiu Perdigão, o “maestro” do “bi” do Joinville.

Jogadores do Criciúma elogiam atuação de Marcão

“A tarde não foi do Joinville, a tarde foi do Marcão; a bola bateu nele, na trave e ele pegou tudo; de qualquer forma o título é deles e acredito que o resultado vai servir de estímulo para o futuro do nosso grupo; só temos que levantar a cabeça e nos prepararmos para os novos desafios”. A declaração é do atacante Carlos Henrique. Na opinião dele “o Criciúma fez um ótimo campeonato e tem muito o que comemorar”.

O capitão do time, Luciano, pensa na mesma direção. “Nos faltaram os gols, tivemos muitas oportunidades, mas não era o nosso dia, o goleiro pegou tudo e o Joinville teve uma vitória merecida”.

O técnico Luiz Gonzaga Milioli emocionado, com a voz embargada, avaliou que “este é um projeto que tem apenas um ano e chegamos a decisão, o que é muito positivo”.

O vice-presidente de futebol Dagoberto Arns, entende que “o projeto começou para resgatar a dignidade do Criciúma e isso nós conseguimos; depois o objetivo foi ficar entre os quatro finalistas e finalmente nossa meta foi chegar a decisão, o que também conseguimos; mas o Jec foi mais competente, mais experiente e chegou ao título”.

O artilheiro Mahicon Librelato, analisa que o Criciúma iniciou um trabalho que deve ser continuado. “O clube fez uma renovação completa, deu oportunidade para jovens jogadores e chegamos a decisão; o mais importante foi que a cidade apoiou e se mobilizou; o Criciúma pode ser o vice-campeão, mas nossa torcida é a número um do Estado”, disse. (Gilvan de França)

Festa completa para técnico e jogadores

Foto: James Tavares/AN

O técnico do Joinville, Artur Neto, disse que seu time conquistou o bicampeonato catarinense porque jogou, ontem, contra o Criciúma, com inteligência e soube aproveitar as chances de gol. Ele afirmou que o seu time saiu de Joinville com a missão de vencer a partida no Sul do Estado. “Não viemos para empatar, queríamos a vitória para provar que somos o melhor time”, afirma.
Para ele, o JEC soube tomar os espaços e impediu que o Criciúma jogasse. “Foi o coroamento de uma grande campanha, nossos números revelam que fomos o melhor time do campeonato”, afirma.

Ele considerou o Criciúma um grande adversário e disse que seu time aliou competência a sorte para vencer. “Tivemos tudo, sorte, competência, inteligência e disciplina para superar o Criciúma”, acredita Artur.
A festa do Joinville foi completa. Depois do apito final do árbitro Márcio Rezende de Freitas, os jogadores foram comemorar junto à torcida. “Agora é só festa, vamos festejar a semana toda”, comentou Artur Neto, logo depois de ser carregado pelos jogadores do JEC.

O jogador Perivaldo, um dos mais alegres depois do fim do jogo, disse que o Criciúma foi um adversário de respeito que pressionou o Joinville. “O Criciúma nos deu muito trabalho, assim como o Tubarão, soubemos superar e agora é só comemorar o título”, comentou. O atacante Adão, disse que o JEC mostrou, na partida de ontem, toda sua qualidade. “Jogamos com a cabeça”, diz. Para ele, a qualidade do elenco do JEC, aliada a sua experiência, fizeram a diferença na hora da decisão. “O Criciúma tem um grande time, formado por jovens, tenho certeza de que eles ganharão experiência e serão jogadores reconhecidos nacionalmente”, acredita.
O lateral Zé Carlos, contratado por empréstimo do Grêmio, também não escondia sua felicidade. Ele sofreu o pênalti que originou o primeiro gol e teve atuação destacada na partida. “Foi uma conquista que premiou nosso esforço. Merecemos este título”, disse o jogador, depois de abraçar o presidente do clube, Mauro Bartholi.

 

 
 

Jogo das faixas

Postado por Marcos Messias - 16/01/2012

Jogo das faixas - JEC 0x2 Paraná - 09/06/2001 - Foto: Sílvio Reinert/AN

O Tricolor deve receber as faixas no seu jogo de estréia no Campeonato Catarinense 2012. Lá se vão mais de 10 anos daquele jogo diante do Paraná Clube, que no dialeto futebolístico, literalmente, carimbou a faixa do Tricolor. Resultado de 2 a 0 para o clube paranaense.

Depois do jogo das faixas, o Tricolor fez mais um amistoso antes de estrear na Série B daquela ano, e foi diante do Camboriú com vitória de 3 a 1 do JEC.