Nasceu Campeão

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Memória Tricolor: 10/05/1981 – JEC 4×1 Internacional/RS

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 14/07/2017

O dia em que o Internacional de Porto Alegre tirou o time de campo, aos 20 minutos do segundo tempo, para não levar uma goleada histórica em um amistoso contra o JEC, no estádio Ernestão.

Amistoso 1981: JEC 4x1 Inter

Amistoso 1981: JEC 4×1 Inter

O Inter veio com seu time principal para enfrentar o Tricolor, que estreava o jogador Barbieri.

E quando o Inter estava perdendo por 4 a 1 e com dois jogadores expulsos, o clube gaúcho apelou para o “cai-cai”, encerrando a partida.

Os gols do JEC foram anotados por Ladinho, Barbieri, Jorge Luís Carneiro e Zé Carlos Paulista.

O JEC atuou com: Borrachinha; Palmito (Joel Mendes), Estevan, Adílson Fernandes e Ladinho; Jorge Luís Carneiro (Amauri), Nardela e Barbieri; Paulinho Carioca (Laércio), João Paulo (Zé Carlos Paulista) e Haerton (Ademir Padilha). Técnico: Diede Lameiro.

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Memória Tricolor: 25/01/1981 – Vila Nova/GO 0x0 JEC

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 01/06/2014
Ladinho marcou um gol que foi anulado pela arbitragem

Ladinho marcou um gol que foi anulado pela arbitragem

O primeiro confronto entre Joinville Esporte Clube e o Vila Nova/GO aconteceu em 25/01/1981, em jogo válido Campeonato Brasileiro daquele ano.

A parida foi disputada no estádio Serra Dourada, em Goiânia/GO

E jogando fora de casa, o Joinville ficou no zero a zero contra o Vila Nova. O Tricolor até chegou a marcar um gol com Ladinho (na foto ao lado), mas a arbitragem anulou o lance polêmico.

O JEC atuou com: Hélio dos Anjos; Galvão, Bob, Dário e Ladinho (Lima); Jorge Luís Pereira, Jorge Luís Carneiro e Veiga (Paulinho Carioca); Katinha, Zé Carlos Paulista e João Paulo. Técnico: Natanael Ferreira.

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Há 31 anos, o JEC levantava o quinto título estadual

Postado por nasceucampeao - 15/11/2012

Em pé, Adilço, Adilson, Ladinho, Borrachinha, Jorge Luís e Galvão. Agachados – Paulinho Carioca, Nardela, Zé Carlos Paulista, Barbieri e Valdo.

Hoje, 15 de novembro de 2012, dia da Proclamação da República, também é dia de comemorar o título do Catarinense de 1981. Há 31 o JEC era Campeão estadual pela 5ª vez e a quarta seguida, igualando a marca dos seus rivais. Marca que foi quebrada no ano seguinte, com o pentacampeonato consecutivo.

Para chegar ao título, o Joinville jogou 24 partidas, venceu 16, empatou sete e só perdeu uma. Seu ataque somou 49 gols marcados e a defesa sofreu apenas 11 gols. Campeão por antecipação o Joinville venceu os dois turnos, não dando chances para os rivais.

Confira o texto do Jornal Extra, publicado 2 dias depois da conquista.

Jornal Extra de 17/11/1981

15 de novembro de 1981, dia que ficará na história do futebol joinvilense e catarinense, porque o Joinville Esporte Clube ao vencer o Carlos Renaux em Brusque pelo placar de dois tentos a zero conquistou e ratificou o título de tetra-campeão.

Um título inédito para o Joinville e para a cidade, por isso a torcida no domingo extravasou sua alegria, fazendo carnaval em pleno mês de novembro que começou em Brusque e acabou terminando nas primeiras horas da madrugada de ontem em nossa cidade.

No primeiro gol o desabafo de Adilson. – Foto: AN

Lá em Brusque a torcida do Joinville chegou cedo ao estádio Augusto Bauer cantando e agitando suas bandeiras e na hora do jogo acabou se estranhando com os torcedores do Carlos Renaux, fato que gerou um verdadeiro quebra pau, com vários torcedores saindo machucados. Mesmo com este fato lamentável a torcida empurrou o time e incentivou do começo ao fim. Mas em campo, o Joinville acabou sendo surpreendido pelo Carlos Renaux durante os primeiros minutos, onde a equipe tricolor joinvilense se mostrou até certo ponto nervosa. Mas aos poucos o Joinville foi se firmando dentro das quatro linhas, impondo o seu futebol de habilidade, criativo e aos 13 minutos na primeira grande jogada construída pelo ataque, o Joinville abriu a contagem. O lance começou com Barbiéri dentro da grande área que tocou a Paulinho Carioca, mas este ao invés de finalizar acabou dando um passe a Zé Carlos Paulista mas com muita força, com a bola batendo em sua canela e sobrando para o goleiro Jurandir que não conseguiu segurar e Adilson pegou a sobra e chutou forte abrindo o marcador.

O Carlos Renaux que até aquele momento vinha se conduzindo muito bem dentro de campo, no aspecto tático e praticando um bom futebol, após a marcação deste gol acabou se descontrolando e caiu muito de produção, ao passo que o Joinville pôde se tranqüilizar e impor o seu ritmo. Porém o Carlos Renaux apesar de não desenvolver o mesmo futebol dos primeiros minutos, sempre buscou incomodar a defesa do Joinville com lances perigosos. Aos 22 minutos, o centro avante Coquinho lançou o ponta direita Edney, que ficou cara a cara com o goleiro Borrachinha, mas acabou se afobando e não concluiu o lance com perfeição tocando a bola pela linha de fundo, desperdiçando uma ótima oportunidade de empatar a partida.

Aos 27 minutos, foi a vez do Joinville dar a resposta ao Renaux, mas o centro avante Zé Carlos Paulista após a falha do zagueiro central Narciso, acabou chegando atrasado no lance e permitiu que o goleiro Jurandir praticasse a defesa.

O Jogo continuou no mesmo panorama, o Carlos Renaux procurando se coordenar enquanto o Joinville era um time que Sabóia o que queria dentro de campo, totalmente organizado taticamente aos 42 minutos, o Joinville teve a sua última chance no primeiro tempo, Barbiéri foi até a linha de fundo e cruzou para a grande área, o zagueiro Narciso se antecipou a Zé Carlos Paulista e aliviou o perigo.

E Finalmente aos 44 minutos, o jogo por intermédio de Nilson Carlos Renaux teve a chance do que ganhou a velocidade de Ladinho, mas acabou errando na conclusão e perdeu a chance de empatar a partida.

O Joinville veio para a segunda etapa, ciente de que o título já se encontrava ganho, mas tinha um detalhe, o Carlos Renaux já sentindo que o JEC não estava mais afim de apertar a marcação, deixando o futebol solidariedade partiu com muita vontade para cima do Joinville.

Perto dos 10 minutos, João Carlos Motoca vai a linha de fundo e cruza fechado. O goleiro Borrachinha se assustou como também a própria torcida se mostrou um tanto gelada com este perigo porque passou a defesa joinvilense. Com essa jogada que quase redundou na marcação de gol de empate, o Carlos Renaux se inflamou afim de tentar colocar água no chopp do Joinville.

O jogo esteve paralisado cerca de 15 minutos, por causa do ponta esquerda Nilson que concluiu para o gol uma jogada vinda da direita por intermédio de Neguetti, com Coquinho ajeitando para Nilson, mas o Bandeira amarela Luis Antonio Espinosa invalidou o gol que acabou sendo confirmado pelo árbitro Alvir Renzi.

Houve alguns lances após esta marcação de impedimento que fizeram com que o jogo ficasse paralisado, por causa de chuva de pedras e garrafas em cima do bandeira. Alvir para tentar contornar o negócio substituiu o bandeira amarelo, pelo árbitro reserva Alberto Bertoldi da Liga Brusquense de Futebol.

O jogo depois de 15 minutos foi reiniciado e o Carlos Renaux voltou com a carga toda, buscando prensar o JEC em seu próprio campo onde apertou mais a marcação no setor intermediário do Joinville que jogou livremente na primeira etapa.

O Carlos Renaux pressionou o Joinville e acabou desperdiçando boas oportunidades em virtude de seus atacantes não finalizarem as jogadas com êxito.

A duas equipes a esta altura já jogavam com 10 jogadores, porque Jorge Luís que sofreu um soco de Lima acabou sendo injustamente expulso, como também o jogador do Carlos Renaux. Diede Lameiro procurou recompor o seu meio de campo, ao colocar Wilson no lugar de Paulinho Carioca. Porém o setor de meia cancha do Joinvile acabou se confundindo muito na marcação, pelo menos durante um bom espaço de tempo.

Jurandir nada pode fazer no gol de Barbiéri. Foto AN

O Renaux apertava, buscava dar maior movimentação á partida, já que o Joinville queria era deixar o tempo se esgotar na base do toque de bola cadenciando pelas laterais. E atuando com este entusiasmo, com este sistema, o Carlos Renaux teve três bons momentos na partida para empatar. A primeira chance esteve com Coquinho, mas o goleiro Borrachinha praticou uma portentosa defesa, ao se arrojar nos pés de centro avante. Na segunda oportunidade, novamente Coquinho, só que desta feita ele fez tudo certo, mas foi infeliz no lance, porque a bola acabou batendo contra o poste direito do goleiro Borrachinha e na sobra o zagueiro central Adilço Gonsalves aliviou o perigo colocando a bola a escanteio. E na terceira, depois de uma pressão em massa, a bola sobrou limpinha dentro da grande área pela meia esquerda para o lateral Moura e este acabou chutando totalmente fora, com a bola passando raspando a trave de Borrachinha. E quando e pressão do Carlos Renaux o Joinville armou um contra-ataque fatal. O lateral esquerdo Ladinho avançou pela esquerda, lançou o meio campista Barbiéri e na entrada da grande área chutou rasteira a bola no canto direito do goleiro Jurandir. Este gol aniquilou por completo o Carlos Renaux, pois acabou acontecendo no exato momento em que o Joinville não se encontrava bem dentro de campo.

A partir daí só deu Joinville no gramado do estádio Augusto Bauer, já que o Renaux havia caído muito de produção e se entregou facilmente aos tricolores que procuraram apenas tocar a bola cadenciada, esperando somente o apito final do árbitro Alvir Renzi.

 

 
 

07/02/1981 – Vitória/BA 1×1 JEC (O primeiro confronto da história)

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 15/08/2012

Gildásio marcou o gol contra o Vitória/BA

O primeiro confronto da história entre o Joinville Esporte Clube e o Vitória da Bahia ocorreu em 07/02/1981, na primeira fase da Taça Ouro daquele ano. A Taça Ouro era equivalente ao atual Campeonato Brasileiro da série A.

A partida foi disputada no estádio Fonte Nova, de Salvador.

E jogando fora de casa, o Tricolor empatou em 1 a 1. O centroavante Gildásio (na foto ao lado) marcou para o Joinville.

O JEC atuou com: Hélio dos Anjos; Joel Mendes, Estevam, Dario e Ladinho; Jorge Luis Carneiro, Jorge Luis Pereira (Nardela) e Lico; Paulinho Carioca, Gildásio e Ademir Padilha (Katinha). Técnico: Alcino Simas
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