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Brasileiro 1980: JEC 4x1 Portuguesa

Brasileiro 1980: JEC 4×1 Portuguesa

O primeiro confronto entre Joinville Esporte Clube e a Portuguesa aconteceu em 02/03/1980.

A partida, válida pela primeira divisão do Campeonato Brasileiro daquele ano, foi disputada no estádio Ernesto Schlemm Sobrinho, o Ernestão.

E com dois gols de Zé Carlos Paulista, um de Nana e outro de Britinho, o Tricolor goleou a Lusa pelo placar de 4 a 1.

O JEC atuou com: Raul Bosse; Clóvis, Vágner Bacharel, Jorge Carraro e Ladinho; Jorge Luiz Carneiro, Lico (Nana) e Valdo; Britinho (Vargas), Zé Carlos Paulista e Ademir Padilha. Técnico: Velha (Maurílio José de Souza).

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Memória Tricolor: 22/06/1980 – JEC 3×1 Chapecoense

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 11/07/2013

Em 22/06/1980 o Joinville Esporte Clube enfrentou a Chapecoense em jogo válido pela Taça Santa Catarina, que era uma das fases do estadual de 1980.

Taça Santa Catarina 1980: JEC 3×1 Chapecoense

A partida foi disputada no estádio Ernestão, em Joinville.E o Tricolor venceu por 3 a 1, assumindo a liderança invicta da competição.

Os gols do Tricolor foram anotados por João Paulo, Valdo e Lico.

O JEC atuou com: Raul Bosse; Joel Mendes, Vagner Bacharel, Adílson Fernandes (Rogério) e Ladinho; Jorge Luís Carneiro, Lico (Mateus), e Valdo; Paulinho Carioca, João Paulo e Haerton. Técnico: Velha (Maurílio José de Souza).

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20/04/1980: JEC 2×0 Santos (parte II)

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 27/04/2013

Campeonato Brasileiro 1980: JEC 2×0 Santos


Complementando a postagem 20/04/1980: JEC 2×0 Santos (há extamente 33 anos), divulgada na semana passada, confira agora mais matérias publicadas pelos jornais da época sobre a histórica vitória do JEC sobre o Santos pelo Campeonato Brasileiro de 1980.

E ainda, um relato em forma de poesia sobre o jogo, do memorial do saudoso e inesquecível radialista Lourival Budal.

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20/04/1980: JEC 2×0 Santos (há exatamente 33 anos)

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 24/04/2013

Há exatamente 33 anos, em um dos maiores jogos da história do estádio Ernestão e que é lembrado até hoje pelos torcedores mais antigos do Tricolor, o Joinville Esporte Clube venceu o Santos pelo Campeonato Brasileiro de 1980.

Campeonato Brasileiro 1980: JEC 2×0 Santos

Com mais de 25.000 torcedores, a partida disputada em 20/04/1980, teve um dos maiores públicos (talvez o maior) já registrado no estádio. A torcida do Santos também marcou presença em Joinville e aprontou bastante na cidade.

O Santos contava com jogadores de nível de Seleção Brasileira como o goleiro Marolla, o meia Pita e o atacante João Paulo. Mas o Tricolor, em dia de gala, conquistou uma grande vitória sobre o clube paulista, por 2 a 0, com gols de Zé Carlos Paulista e Jorge Luís Carneiro.

O JEC atuou com: Borrachinha; Clóvis, Vágner Bacharel, Jorge Carraro e Ladinho (Lima); Jorge Luís Carneiro, Lico e Waldo (Mateus); Raulino, Zé Carlos Paulista e Ademir Padilha. Técnico: Maurillo José de Souza, popularmente conhecido como “Velha”.

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Memória Tricolor: 24/08/1980 – JEC 1×0 Criciúma

Postado por Tiago Gabriel (Badoug) - 13/02/2013

Em 24/08/1980 o Joinville Esporte Clube enfrentou o Criciúma no estádio Ernestão, em jogo válido pela Taça Santa Catarina. A Taça Santa Catarina era uma das estapas do Campeonato Catarinense daquele ano, e o vencedor dessa etapa garantia vaga na fase final do estadual.

JEC vence o Criciúma com gol polêmico de Mateus (camisa 8)

E com um gol polêmico de Mateus que gerou muitos protestos do Criciúma, o JEC venceu por 1 a 0 e se isolou ainda mais na lideraça da competição.

Nessa partida, o Joinville atuou com: Borrachinha; Galvão, Vágner Bacharel, Adilson Fernandes e Ladinho; Jorge Luis Carneiro, Mateus (Britinho) e Valdo; Paulinho Carioca, Zé Carlos Paulista e Ademir Padilha. Técnico: Velha (Maurílio José de Souza).

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Há 31 anos atrás o JEC era tricampeão estadual

Postado por Marcos Messias - 21/03/2012

Campeão, Enfim!

Aleluia, aleluia. Finalmente, depois de quase 18 meses(começou em outubro de 79, com um torneio incentivo) e muita bagunça, provocada por uma confusão no calendário, terminou o campeonato catarinense  do ano passado. E, como já se esperava, depois de seis fases, centenas de jogos e muitos recursos levados para o tapetão, o Joinville é campeão. Ou melhor, o tricampeão.

No jogo frio, os gols surgiram naturalmente

Pena que, chateada com tanta incompetência mostrada pelos cartolas da Federação, tendo a frente o presidente José Alias Guiliari, e endossada de cartolas brilhantes, a torcida decidisse esquecer o jogo e apenas 8160 fiéis pagantes se dispusessem a ir, sábado à noite, ao estádio Ernesto Schlemm Sobrinho em Joinville.

Nem o jogo, frio com o vento que soprava, merecia mais. O Criciúma com um time bastante modificado e sem a força daquele que o levou até às finais, foi presa fácil para o Joinville, que, disputou a Taça de Ouro deste ano(por ter sido campeão de 79), se manteve certinho, forte e disposto.

Tão certinho, que foi só tomar a bola, sem pressa e sem problemas e deixar que os gols surgissem normalmente. Adílson fez o primeiro aos 18, ao escorar de cabeça um escanteio cobrado por Haérton, e Jorge Luís Pereira completou o placar do primeiro tempo, ao aproveitar a confusão formada depois da cobrança de uma falta por Ladinho, aos 45 minutos.

No segundo tempo, o Criciúma diminuiu, aos 10 minutos, mas o gol de Laerte não balançou ninguém. Logo Adílson faria o terceiro, para Nardela, aos 45, completar a goleada de 4 a 1. Acordando a pequena torcida que, sem esperar pelo último apito do juiz, invadiu o campo para abraçar seus heróis e ensaiar um  pequeno canarval. O bastante para que os cartolas do Criciúma começassem a imaginar mais um jeito de melar o campeonato, levando-o para o tapetão.

Ameaça que ninguém acredita seja levada adiante, mas que, se concretizada, servirá bem para coroar um dos mais confusos e tristes campeonatos que se tem conhecimento, no mundo. Um campeonato que, depois de centenas de jogos, 18 meses de disputa, com jogos às terças, quintas, sábado e domingos, só foi decidido quase quatro meses depois da data fixada, quase às escondidas.

Texto revista Placar

Ficha de jogo – Joinville 4×1 Criciúma

Local: Ernesto Schlemm Sobrinho – Data: 21/03/1981 – Horário:
Público: 8160 (Pagante) – Renda: CR$ 450.950,00
Arbitragem: Alvir Renzi
Gols: Adílson, aos 18/1º tempo e aos 33/2º tempo, Jorge Luís Pereira aos 45/1º tempo, Nardela aos 45/2º tempo(Joinville). Laerte 10/2º tempo (Criciúma).

Joinville: Hélio, Galvão, Adílson, Bob e ladinho; Jorge Luís, Jorge Luís Pereira e Nardela; Paulinho Carioca, Zé Carlos Paulista e Haerton(Ademir). Técnico:

Criciúma: Hugo, Reginaldo, Nivaldo, Hamílton e Zé Augusto; Assis, Paulinho(Damásio) e Iúra(Sabiá); Mug. Laerte e Anchieta. Técnico:

Confira os últimos segundos e a festa da torcida do JEC na final de 1980